sábado, 13 de novembro de 2010

Oceanography researchers discover toxic algae in open water / Oceanógrafos descobrem alga toxica em areas remotas dos oceanos

ScienceDaily (Nov. 13, 2010) — Louisiana State University's Sibel Bargu, along with her former graduate student Ana Garcia, from the Department of Oceanography and Coastal Sciences in LSU's School of the Coast & Environment, has discovered toxic algae in vast, remote regions of the open ocean for the first time.


Pela primeira vez, algas tóxicas foram observadas em areas remotas dos oceanos, muito distantes da costa. 


Microscopic image of Pseudo-nitzschia. (Credit: Image courtesy of Ross Del Rio)
http://www.sciencedaily.com/releases/2010/11/101111133220.htm


The findings were published in the Nov. 8 edition of the Proceedings of the National Academy of Sciences(PNAS).
Harmful algal blooms, or HABs, are reported as increasing both geographically and in frequency along populated coastlines. Bargu's research shows that the ubiquitous diatom Pseudo-nitzschia -- an alga that produces the neurotoxin, domoic acid, or DA, in coastal regions -- actually also produces DA at many locations in the open Pacific. The presence of these potent toxins in deep water environments is worrisome, given that in coastal waters, where the phenomenon has been studied, DA can enter the food chain, forcing the closure of some fisheries and poisoning marine mammals and birds that feed on the contaminated fish. The main concern, though, is that the adding of iron to ocean waters -- one of the most commonly proposed strategies to reduce global warming -- appears now to likely result in promoting toxic blooms in the ocean.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Noronha - O Livro

domingo, 19 de setembro de 2010

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Rob Dunbar: The threat of ocean acidification - A Ameaça da Acidificação dos Oceanos

Maldivas em Vermelho

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The Maldives in RED from Howard Hall on Vimeo.
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Imagens espetaculares da vida Marinha em um dos mlugares mais ricos em biodiversidade

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

: How to save the reefs

Como salvar os arrecifes de corais.

Corais de Búzios, RJ - foto Trajano Paiva
Praia de João Fernandes

terça-feira, 7 de setembro de 2010

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Rise Above Plastics and Ban the Bag! / Plastico NÃO!

Rise Above Plastics and Ban the Bag!












Diga NÃO para os SACOS PLÁSTICOS em nossas atividades diárias.

Plástico no mar é confundido com alga e vira comida de tartaruga, peixes e aves.

Diga também não para as Pets ! USE  VIDRO !


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

SOS OCEANS: The Great Pacific Plastic Trash Island

A Ilha Gigante de lixo plastico no Oceano Pacífico.



O grande problema é a contaminação da cadeia alimentar que acaba nos envenenando também ao consumirmos frutos do mar.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

52 novas espécies descobertas em águas profundas na Indonésia



Cientistas da Indonésia e dos Estados Unidos descobriram 52 novas espécies marinhas em uma exploração conjunta a grandes profundidades. Peixes,camarões,corais e moluscos foram descobertos em uma porção do oceano que emgloba profundidades de 300 até 2000 metros.O projeto de pesquisas que durou 2 meses,ocorreu em uma area coralínea, triangular, conhecida por ser muito rica em biodiversidade.

Indonesian and American scientists discovered 52 new species in a joint deep-sea exploration. Fish, shrimp, coral and shells were discovered in a portion of the ocean ranging from 300 meters to 2,000 meters deep. The two-month-long research project took place in the Coral Triangle region, which is known to be rich in biodiversity.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Altos níveis de CO2 ameaçam as Ostras, Mexilhões e toda a vida nos Oceanos

Os seres marinhos que dependem da formação de conchas calcareas, absorvendo o carbonato de calcio da água do mar ( ex.ostras, mexilhões,vieiras e os crustáceos em geral,possuem carapaça calcárea,assim como os síris e camarões) tem por sua vez a sua saúde ameaçada pela diminuição do PH da água do mar ( média normal:8,2-8,4) devido ao aumento da formação do ácido carbônico ( H2CO3) que causa a dissolução do carbonato de cálcio. Esse processo silencioso está em pleno andamento sob nossos olhos e ameaça toda a vida no Planeta como hoje a conhecemos, especialmente no mar.


Leiam essa matéria do Science Daily publicada ontem !

Já tem sido muito divulgado que o crescente aumento de Gas Carbônico na atmosfera, causado pelas ações do homem, implica em mudança climatica e consequentemente afeta também os seres vivos do Planeta.Pouca atenção tem sido dada ao efeito dos gás carbônico sobre as massas d'águas, tornando-as mais ácidas. Esse fenômeno pouco conhecido que já está ocorrendo hoje, pode causar consequências catastróficas em toda a vida nos oceanos.

ScienceDaily (Aug. 5, 2010) — It has been widely reported that the build up of carbon dioxide (CO2) in the air, which is caused by human behavior, will likely lead to climate change and have major implications for life on earth. But less focus has been given to global warming's evil twin, ocean acidification, which occurs when CO2 lowers the pH of water bodies, thus making them more acidic. This lesser known phenomenon may have catastrophic effects on all sea life.

LINK : http://www.sciencedaily.com/releases/2010/08/100805143051.htm

sábado, 19 de junho de 2010

As Mudanças nos Oceanos podem causar impactos diretos na vida do Homem

http://www.sciencedaily.com/releases/2010/06/100618103558.htm

ScienceDaily (2010-06-19) -- The heart and lungs of the planet, the world's oceans, shows worrying signs of ill health, concludes the first comprehensive synthesis of recent research into the effects of climate change on oceans.

O coração e os pulmões do planeta, os oceanos, mostram sinais preocupantes de enfraquecimento da sua saúde, conclui a primeira síntesis da recente pesquisa sobre os efeitos da mudança climática nos oceanos.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Onde tem mais CO2 nos EUA e para onde vai?

ScienceDaily () -- Biogeochemists located where the most carbon dioxide emissions occur in the U.S. using a new mapping system. With this program-available to anyone on the Web-researchers were able to extract information about carbon dioxide emissions by transforming data on local air pollution and combining it with geographic information systems (GIS) data to layer the emissions onto infrastructures at the Earth's surface. The map helps us learn more about carbon emissions and gives scientists a way to check the accuracy of satellite images.

terça-feira, 1 de junho de 2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Fw: Prefeitura também teme o mar

----- Original Message -----
Sent: Monday, May 31, 2010 8:42 PM
Subject: Prefeitura também teme o mar

Prefeitura também teme o mar

André Balocco, Flávio Dilascio , Jornal do Brasil

RIO DE JANEIRO - Um dia depois de o JB publicar, com exclusividade, um amplo estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) sobre as alterações no clima e seus efeitos na costa do Rio, o superintendente de Mudanças Climáticas da prefeitura, Nelson Moreira Franco, contactou o professor David Zee – autor do trabalho – para colaborar com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Nélson solicitou ao oceanógrafo a íntegra do estudo para incorporar alguns dados ao programa a ser apresentado pela secretaria no seminário Chuvas de Abril, lições e soluções. Promovido pelo JB, o evento será realizado na próxima segunda-feira, no auditório do Clube de Engenharia, no Centro.

– O Nélson Franco vai marcar uma reunião com o grupo – revelou David Zee, que é oceanógrafo. – Achei interessante, porque era algo que faltava. Não quer dizer que vai resolver, mas já é o início. Não adianta chorar sobre o leite derramado, como Niterói chorou. Temos que aproveitar que ainda não aconteceu nada mais sério no Rio.

Entre os assuntos abordados nas nas reportagens das edições de domingo e segunda-feira, o estudo Mudanças climáticas globais e seus reflexos nas praias oceânicas do município do Rio de Janeiro sugere algumas providências que, se tomadas de imediato, vão evitar muitos transtornos na cidade.

Apresentado no Congresso Brasileiro de Oceanografia, semana retrasada, no Rio Grande do Sul, o estudo aponta os caminhos para atenuar os problemas oriundos da transformação por que passa o planeta. Entre eles, estão a criação de um sistema de avisos precoces sobre a chegada de ressacas, aproximação de ciclones e ocorrência de temporais. De acordo com o documento, seria de bom grado ainda repensar a linha de defesa da costa, e criar normas e códigos para edificações.

– São medidas fundamentais para evitar que o Rio tenha o mesmo destino que teve Niterói nas chuvas do último mês de abril – diz Zee.

Estrutura litorânea

A construção de casas sobre estruturas empilhadas e a mudança nas zonas costeiras de turismo também serão propostas no encontro entre o oceanógrafo e o superintendente de Mudanças Climáticas do Município.

O estudo aponta ainda a necessidade de instalação, para edificações sujeitas a intempéries, de portas individuais de inundação, a fim de evitar que a água entre nas moradias em dias de chuva forte.

– Outro ponto é a revisão nos prêmios de seguro – diz o oceanógrafo. – Ao Estado, caberia ainda arcar com ações de indenização de remoção das áreas afetadas e criação de subsídios para os que vivem nessas áreas.

Oceanógrafo da UFF contesta partes do estudo

Apesar de ter despertado o interesse da prefeitura, o estudo Mudanças climáticas globais e seus reflexos nas praias oceânicas do município do Rio de Janeiro não é unanimidade entre os oceanógrafos. Professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Julio Cesar Wasserman contesta o argumento de David Zee, de que as mudanças climáticas são as causadoras da elevação das marés e da maior propensão a alagamentos no Rio.

– Dizer que esses dois fenômenos estão sendo causados pelas mudanças climáticas do planeta é algo muito prematuro, pois não existem estudos avançados sobre isso – afirma Wasserman.

Para o oceanógrafo, o aumento das marés nos últimos anos tem sido muito pequeno e seria incapaz de provocar grandes consequências no continente.

– Se existe uma subida de marés nos últimos anos é algo entre 4 cm e 5 cm. A degradação das estruturas próximas ao mar se dá por conta de um deslocamento de sedimentos, que ocorre com o vai e vem das ondas, coisa inerente à natureza. A solução para o caso é construir estruturas que não transponham muito a formação original do litoral – sustenta o professor.

Sobre o aumento dos alagamentos na cidade, Wasserman dá dois motivos:

– O desmatamento excessivo das montanhas, que eram retentoras naturais da água da chuva, e a impermebialização quase total do solo do município são os maiores contribuidores para o não escoamento da água – conclui.

20:24 - 31/05/2010